quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ai que vida!

Estava em Boca da Mata, interior de Alagoas, na casa da família da minha namorada. E um dos DVDs que eles tinham em sua coleção pirata era o filme “Ai Que vida!”. Tomei um certo susto quando vi a capa. Será mais um filme produzido pela Globo? Nunca tinha ouvido falar naquele título até o momento. E quando resolveram dar o play, sentei no sofá curioso.

Ok, primeiro minutos do filme e até agora nenhuma menção a patrocínio público ou privado. Estranho, muito estranho. Será um filme independente? NO BRASIL? QUE FEZ SUCESSO? Caramba, o filme poderia ser uma merda, mas só por esse motivo, eu teria que ver até o final.

E, bom, não é o MEU ESTILO DE FILME. Comédias regionais realmente não me fazem rir muito. Maldito EUA, tirou o meu humor de nordestino. Eu ri algumas partes, principalmente com frases soltas de alguns personagens, mas pelo filme em si, daria uma estrela. Mas por ser uma produção independente e que fez tanto sucesso no mercado underground brasileiro, adiciono mais uma estrela.

Se outros diretores tivessem a mesma ousadia e dessem a cara a tapa, mostrando suas ideias, o cinema brasileiro seria bem melhor. E tive que passar por uma hora e meia de atuação amadora e músicas de forró para perceber isso.

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